LIÇÃO 02
Todos são pecadores
1º trimestre de 2022
Sábado, 8 de Janeiro de 2022
“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23).
Muitos estão enganados quanto ao estado do próprio coração. Não percebem que o coração natural é enganoso mais que tudo, e perverso. — Mensagens escolhidas, vol. 1, p. 320.
Estudo adicional: Romanos 3:9-23; The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 6, pp. 1069-1072.
Domingo, 2 de janeiro - 1. ISTO AFETA A TODOS!
1A) Como Paulo explica a verdadeira condição das pessoas religiosas e não religiosas? Romanos 3:9 e 10.
Rm 3:9 e 10 — Que concluiremos então? Estamos em posição de vantagem? Não! Já demonstramos que tanto judeus quanto gentios estão debaixo do pecado. 10 Como está escrito: “Não há nenhum justo, nem um sequer”. [Nova Versão Internacional.]
Todos têm a mesma natureza pecaminosa. Todos estão sujeitos a cometer erros. Ninguém é perfeito. O Senhor Jesus morreu pelos errantes para que sejam perdoados. Não é nossa obra condenar. Cristo não veio para condenar, mas para salvar. — Nos lugares celestiais, p. 292.
1B) Qual é a análise de Paulo sobre a condição moral e espiritual da humanidade, e como essa conclusão ecoa até nossos dias? Romanos 3:11-19.
Rm 3:11-19 — Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. 12 Todos se extraviaram e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. 13 A sua garganta é um sepulcro aberto; com a língua tratam enganosamente; peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; 14 cuja boca está cheia de maldição e amargura. 15 Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. 16 Em seus caminhos há destruição e miséria; 17 e não conheceram o caminho da paz. 18 Não há temor de Deus diante de seus olhos. 19 Ora, nós sabemos que tudo o que a Lei diz aos que estão debaixo da Lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
A angústia curvou minha alma enquanto me era mostrada a condição de fraqueza do professo povo de Deus.
A iniquidade prospera enquanto o amor de muitos esfria. Há poucos cristãos professos que consideram este assunto [da poluição moral] sob uma correta luz, e que detêm o apropriado controle sobre si mesmos enquanto a opinião pública e os costumes não os condenam. Como são poucos os que restringem as paixões porque se sentem na obrigação moral de fazê-lo, e porque têm o temor de Deus diante de si! As elevadas faculdades humanas são escravizadas pelo apetite e pelas paixões corruptas. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, pp. 347 e 348.
A iniquidade prospera enquanto o amor de muitos esfria. Há poucos cristãos professos que consideram este assunto [da poluição moral] sob uma correta luz, e que detêm o apropriado controle sobre si mesmos enquanto a opinião pública e os costumes não os condenam. Como são poucos os que restringem as paixões porque se sentem na obrigação moral de fazê-lo, e porque têm o temor de Deus diante de si! As elevadas faculdades humanas são escravizadas pelo apetite e pelas paixões corruptas. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, pp. 347 e 348.
Segunda-feira, 3 de janeiro - 2. O MUNDO INTEIRO CULPADO PERANTE DEUS
2A) Tendo em mente a perfeita justiça de Deus, qual é a condição do mundo inteiro, incluindo a dos que se consideram justos? Romanos 3:19.
Rm 3:19 — Ora, nós sabemos que tudo o que a Lei diz aos que estão debaixo da Lei o diz, para que toda boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus.
[Muitos] se envolvem com a própria justiça e ficam satisfeitos em atingir o próprio padrão humano de caráter; mas que derrota fatal eles sofrem quando não alcançam a norma divina e não podem atender por si mesmos às exigências de Deus! — Mensagens escolhidas, vol. 1, p. 320.
O mundo inteiro é condenado diante do grande padrão moral de justiça. No grande dia do juízo, toda alma que já viveu na Terra receberá a sentença de acordo com as próprias ações à luz da Lei de Deus — sejam boas ou más. Cada boca estará fechada quando a cruz, com sua Vítima moribunda for apresentada, e o real Portador será visto por toda mente cegada e corrompida pelo pecado. Os pecadores serão condenados perante a cruz, com sua Vítima misteriosa curvando-se sob o infinito fardo da transgressão humana. Com que rapidez todo subterfúgio e toda desculpa mentirosa serão varridos! O caráter hediondo da apostasia humana se revelará. Os seres humanos contemplarão a consequência das próprias escolhas. Assim, compreenderão que escolheram Barrabás em vez de Cristo, o Príncipe da Paz. — The Signs of the Times, 7 de março de 1895.
O mundo inteiro é condenado diante do grande padrão moral de justiça. No grande dia do juízo, toda alma que já viveu na Terra receberá a sentença de acordo com as próprias ações à luz da Lei de Deus — sejam boas ou más. Cada boca estará fechada quando a cruz, com sua Vítima moribunda for apresentada, e o real Portador será visto por toda mente cegada e corrompida pelo pecado. Os pecadores serão condenados perante a cruz, com sua Vítima misteriosa curvando-se sob o infinito fardo da transgressão humana. Com que rapidez todo subterfúgio e toda desculpa mentirosa serão varridos! O caráter hediondo da apostasia humana se revelará. Os seres humanos contemplarão a consequência das próprias escolhas. Assim, compreenderão que escolheram Barrabás em vez de Cristo, o Príncipe da Paz. — The Signs of the Times, 7 de março de 1895.
2B) Qual é o benefício da Lei de Deus, por um lado, e o que ela não pode proporcionar, por outro? Romanos 3:20.
Rm 3:20 — Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da Lei, porque pela Lei vem o conhecimento do pecado.
“Pela Lei vem o conhecimento do pecado” (1 João 3:4; Romanos 3:20). Para conseguir ver a própria culpa, primeiro o pecador deve medir o próprio caráter pelo grande padrão divino de justiça. É um espelho que mostra a perfeição de um caráter justo e o habilita a compreender os próprios defeitos.
A Lei revela os pecados humanos, mas não oferece remédio. Embora prometa vida ao obediente, declara que a morte é a recompensa do transgressor. Somente o evangelho de Cristo pode libertá-lo da condenação ou da contaminação do pecado. Ele deve exercer arrependimento para com Deus, cuja Lei foi transgredida; e fé em Cristo, o sacrifício expiatório. Assim, ele obtém “remissão dos pecados passados” e se torna participante da natureza divina. É um filho de Deus, tendo recebido o espírito de adoção, pelo qual clama: “Aba, Pai!” — O grande conflito, pp. 467 e 468.
A Lei revela os pecados humanos, mas não oferece remédio. Embora prometa vida ao obediente, declara que a morte é a recompensa do transgressor. Somente o evangelho de Cristo pode libertá-lo da condenação ou da contaminação do pecado. Ele deve exercer arrependimento para com Deus, cuja Lei foi transgredida; e fé em Cristo, o sacrifício expiatório. Assim, ele obtém “remissão dos pecados passados” e se torna participante da natureza divina. É um filho de Deus, tendo recebido o espírito de adoção, pelo qual clama: “Aba, Pai!” — O grande conflito, pp. 467 e 468.
Terça-feira, 4 de janeiro - 3. GRAÇA EXTRAVASADA
3A) Visto que não podemos ser justificados pela obediência à Lei, qual é a única maneira de sermos justificados diante de Deus? Romanos 3:21-25.
Rm 3:21-25 — Mas, agora, se manifestou, sem a Lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas, 22 isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença. 23 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, 24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus, 25 ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
A atribuição da justiça de Cristo vem por meio da fé que justifica, e essa é a justificação pela qual Paulo argumenta tão fervorosamente. Ele diz: [Romanos 3:20-31 é citado aqui].
Graça é favor imerecido, e o crente é justificado sem nenhum merecimento próprio, sem qualquer reivindicação a ser oferecida a Deus. Ele é justificado pela redenção que está em Cristo Jesus, o qual está nas cortes celestiais como o Substituto e Fiador do pecador. Mas embora ele seja justificado pelos merecimentos de Cristo, não está livre para praticar a injustiça. A fé atua por amor e purifica a alma. A fé brota, floresce e produz uma colheita de preciosos frutos. [...] Cristo e o crente se tornam um, e a beleza do caráter divino se revela naqueles que estão vitalmente conectados à Fonte de poder e amor. Cristo é o grande depositário da justiça que justifica e da graça que santifica. — Mensagens escolhidas, vol. 1, pp. 397 e 398.
Graça é favor imerecido, e o crente é justificado sem nenhum merecimento próprio, sem qualquer reivindicação a ser oferecida a Deus. Ele é justificado pela redenção que está em Cristo Jesus, o qual está nas cortes celestiais como o Substituto e Fiador do pecador. Mas embora ele seja justificado pelos merecimentos de Cristo, não está livre para praticar a injustiça. A fé atua por amor e purifica a alma. A fé brota, floresce e produz uma colheita de preciosos frutos. [...] Cristo e o crente se tornam um, e a beleza do caráter divino se revela naqueles que estão vitalmente conectados à Fonte de poder e amor. Cristo é o grande depositário da justiça que justifica e da graça que santifica. — Mensagens escolhidas, vol. 1, pp. 397 e 398.
3B) Como Deus pode ser justo e ao mesmo tempo justificar um pecador? Romanos 3:26; 2 Coríntios 5:19 e 21.
Rm 3:26 — Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.
2Co 5:19 e 21 — Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. [...] 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.
2Co 5:19 e 21 — Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. [...] 21 Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.
Por meio de Jesus, a misericórdia de Deus se manifestou aos homens; mas ela não anula a justiça. A Lei revela os atributos do caráter de Deus, e nem um jota ou til dela seria alterado para alcançar o homem em sua condição decaída. Deus não mudou a Lei, mas Ele Se sacrificou em Cristo para redimir o homem. [...]
A Lei exige justiça — uma vida justa, um caráter perfeito, e isso o ser humano não tem para oferecer. Ele não pode satisfazer as exigências da santa Lei de Deus. Mas Cristo, ao descer à Terra como homem, viveu uma vida santa e desenvolveu um caráter perfeito. Ele os oferece como um dom gratuito a todos os que O receberem. Sua vida representa a vida humana. Assim, o ser humano é remido dos pecados passados pela tolerância de Deus. Mais do que isso, Cristo infunde os atributos divinos no ser humano. Ele edifica o caráter humano à semelhança do caráter divino — uma bela estrutura de força espiritual e beleza. Assim, a própria justiça da Lei se cumpre no crente em Cristo. Deus pode “ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” (Romanos 3:26). — O Desejado de Todas as Nações, p. 762.
A Lei exige justiça — uma vida justa, um caráter perfeito, e isso o ser humano não tem para oferecer. Ele não pode satisfazer as exigências da santa Lei de Deus. Mas Cristo, ao descer à Terra como homem, viveu uma vida santa e desenvolveu um caráter perfeito. Ele os oferece como um dom gratuito a todos os que O receberem. Sua vida representa a vida humana. Assim, o ser humano é remido dos pecados passados pela tolerância de Deus. Mais do que isso, Cristo infunde os atributos divinos no ser humano. Ele edifica o caráter humano à semelhança do caráter divino — uma bela estrutura de força espiritual e beleza. Assim, a própria justiça da Lei se cumpre no crente em Cristo. Deus pode “ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus” (Romanos 3:26). — O Desejado de Todas as Nações, p. 762.
Quarta-feira, 5 de janeiro - 4. JUSTIFICADOS PELA FÉ
4A) A que conclusão Paulo chega depois de explicar nossa justificação diante de Deus? Romanos 3:20 e 28; Gálatas 2:16.
Rm 3:20 e 28 — Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da Lei, porque pela Lei vem o conhecimento do pecado. [...] 28 Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, sem as obras da Lei.
Gl 2:16 — Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da Lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da Lei, porquanto pelas obras da Lei nenhuma carne será justificada.
Gl 2:16 — Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da Lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé de Cristo e não pelas obras da Lei, porquanto pelas obras da Lei nenhuma carne será justificada.
Os preceitos da Lei nos iluminam, mas não podem justificar nenhum humano. Por natureza, nossa inscrição é “pesado e achado em falta”. Mas Cristo é nosso Mediador e, ao aceitá-lO como Salvador, podemos solicitar a promessa: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo” (Romanos 5:1). — Nos lugares celestiais, p. 156.
4B) O que acontece com os que são justificados pela fé? Romanos 3:21; Romanos 5:5.
Rm 3:21 — Mas, agora, se manifestou, sem a Lei, a justiça de Deus, tendo o testemunho da Lei e dos Profetas.
Rm 5:5 — E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Rm 5:5 — E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Cristo é o advogado do pecador. Os que aceitam Seu evangelho O contemplam com rosto descoberto. Veem o vínculo de Sua missão com a Lei e reconhecem a sabedoria e a glória de Deus reveladas no Salvador. A glória de Cristo é demonstrada na Lei, que é uma transcrição de Seu caráter, e a eficácia transformadora de Jesus é sentida na alma até que os homens sejam transformados à semelhança dEle. Tornam-se participantes da natureza divina e crescem cada vez mais, assim como o Salvador, avançando passo a passo em harmonia com a vontade de Deus, até atingirem a perfeição.
A Lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Um apoia o outro. Em toda a sua majestade, a Lei confronta a consciência, fazendo com que o pecador sinta necessidade de Cristo como a propiciação pelo pecado. O evangelho reconhece o poder e a imutabilidade da Lei. “Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei”, declara Paulo (Romanos 7:7). A percepção do pecado, estimulada pela Lei, leva o errante ao Salvador. Em sua necessidade, o homem pode apresentar os poderosos argumentos fornecidos pela cruz do Calvário. Ele pode solicitar a justiça de Cristo, que é comunicada a todo pecador arrependido. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 6, p. 1096.
A Lei e o evangelho estão em perfeita harmonia. Um apoia o outro. Em toda a sua majestade, a Lei confronta a consciência, fazendo com que o pecador sinta necessidade de Cristo como a propiciação pelo pecado. O evangelho reconhece o poder e a imutabilidade da Lei. “Mas eu não conheci o pecado senão pela Lei”, declara Paulo (Romanos 7:7). A percepção do pecado, estimulada pela Lei, leva o errante ao Salvador. Em sua necessidade, o homem pode apresentar os poderosos argumentos fornecidos pela cruz do Calvário. Ele pode solicitar a justiça de Cristo, que é comunicada a todo pecador arrependido. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 6, p. 1096.
4C) Por qual tipo de fé o pecador é justificado? Romanos 1:17; Gálatas 5:6.
Rm 1:17 — Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
Gl 5:6 — Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas, sim, a fé que opera por amor.
Gl 5:6 — Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas, sim, a fé que opera por amor.
Busquemos aquela fé que atua por amor e purifica a alma, para que possamos representar o caráter de Cristo ao mundo. — Educação cristã, p. 93.
Quinta-feira, 6 de janeiro - 5. UM NOVO CONCERTO
5A) Que promessas estão incluídas no concerto da graça (o Novo Concerto)? Hebreus 8:6, 10-13.
Hb 8:6, 10-13 — Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de um melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas. [...] 10 Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo. 11 E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. 12 Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais. 13 Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.
O “Novo Concerto” foi confirmado com “melhores promessas” — a promessa de perdão dos pecados e da graça de Deus para renovar o coração e harmonizá-lo com os princípios da Lei de Deus. [Jeremias 31:33 e 34 é citado aqui.]
A mesma Lei gravada nas tábuas de pedra foi escrita pelo Espírito Santo nas tábuas do coração. Em vez de estabelecer nossa própria justiça, aceitamos a de Cristo. Seu sangue expia nossos pecados. Sua obediência é aceita por nós. Então, o coração renovado pelo Espírito Santo produzirá “o fruto do Espírito” (Gálatas 5:22). Pela graça de Cristo, viveremos em obediência à Lei de Deus escrita em nosso coração. Tendo o Espírito de Cristo, andaremos assim como Ele andou. — Patriarcas e profetas, p. 372.
A mesma Lei gravada nas tábuas de pedra foi escrita pelo Espírito Santo nas tábuas do coração. Em vez de estabelecer nossa própria justiça, aceitamos a de Cristo. Seu sangue expia nossos pecados. Sua obediência é aceita por nós. Então, o coração renovado pelo Espírito Santo produzirá “o fruto do Espírito” (Gálatas 5:22). Pela graça de Cristo, viveremos em obediência à Lei de Deus escrita em nosso coração. Tendo o Espírito de Cristo, andaremos assim como Ele andou. — Patriarcas e profetas, p. 372.
5B) Quando a Lei de Deus é escrita em nosso coração? Romanos 5:1-5; Salmo 40:8.
Rm 5:1-5 — Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo; 2 pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. 3 E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz a paciência; 4 e a paciência, a experiência; e a experiência, a esperança. 5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Sl 40:8 — Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua Lei está dentro do meu coração.
Sl 40:8 — Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua Lei está dentro do meu coração.
A luz que brilha do Calvário revela o amor de Deus. Seu amor nos atrai a Ele. Se não resistirmos a essa atração, seremos conduzidos ao pé da cruz em arrependimento pelos pecados que crucificaram o Salvador. Então, o Espírito de Deus, por meio da fé, produz nova vida na alma. Os pensamentos e desejos são levados a obedecer à vontade de Cristo. O coração e a mente são recriados à imagem dAquele que opera em nós para submeter tudo a Si mesmo. Então, a Lei de Deus é escrita na mente e no coração, e podemos dizer com Cristo: “Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus meu” (Salmo 40:8). — O Desejado de Todas as Nações, p. 176.
Sexta-feira, 7 de janeiro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. No mundo de hoje, por que precisamos ser muito vigilantes quanto à pureza moral?
2. Qual é o propósito da Lei de Deus?
3. Como o sofrimento de Cristo no Calvário deveria influenciar minha vida?
4. Por que temos uma tremenda necessidade de um Salvador?
5. Como posso vivenciar o Novo Concerto?
2. Qual é o propósito da Lei de Deus?
3. Como o sofrimento de Cristo no Calvário deveria influenciar minha vida?
4. Por que temos uma tremenda necessidade de um Salvador?
5. Como posso vivenciar o Novo Concerto?