LIÇÃO 07
O concerto da graça
4º trimestre de 2021
Sábado, 13 de Novembro de 2021
“Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito” (Gálatas 3:14).
Antes de os fundamentos da Terra serem lançados, fez-se o concerto de que todos os que fossem obedientes, todos os que por meio da abundante graça provida se tornassem santos no caráter e inculpáveis diante do Senhor, deveriam ser filhos de Deus ao se apropriarem dessa graça. Esse concerto, estabelecido desde a eternidade, foi dado a Abraão centenas de anos antes da vinda de Cristo. — Fundamentos da educação cristã, p. 403.
Estudo adicional: Patriarcas e profetas, pp. 363-373 (capítulo 32: “A Lei e os concertos”).
Domingo, 7 de novembro - 1. CRISTO NA ERA PATRIARCAL
1A) Dirigindo-se aos gálatas influenciados pelos judaizantes, como Paulo introduziu a conexão entre Cristo e Abraão — de quem todos os hebreus se consideravam filhos por linhagem? Gálatas 3:6-8.
Gl 3:6-8 — É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. 7 Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão. 8 Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
Não só no advento do Salvador, mas em todas as eras após a queda e a promessa de redenção, “Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo” (2 Coríntios 5:19). Cristo era o Fundamento e o Centro do sistema de sacrifícios, tanto na era patriarcal quanto na judaica. Desde o pecado de nossos primeiros pais não houve comunicação direta entre Deus e o homem. O Pai entregou o mundo nas mãos de Cristo para que por Sua obra de mediação pudesse redimir o homem e reivindicar a autoridade e a santidade da Lei de Deus. Toda comunhão entre o Céu e a raça decaída ocorreu por meio de Cristo. — Patriarcas e profetas, p. 366.
1B) Quem são os benditos em contraste com os malditos? Gálatas 3:9 e 10.
Gl 3:9 e 10 — De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão. 10 Todos aqueles, pois, que são das obras da Lei estão debaixo da maldição; porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da Lei, para fazê-las.
Segunda-feira, 8 de novembro - 2. CRISTO E AS DUAS LEIS
2A) Explique a conexão entre Cristo e a eterna Lei moral dos Dez Mandamentos. Isaías 42:21; Gálatas 3:11-14.
Is 42:21 — O Senhor Se agradava dele por amor da Sua justiça; engrandeceu-O pela Lei e O fez glorioso.
Gl 3:11-14 — E é evidente que, pela Lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. 12 Ora, a Lei não é da fé, mas o homem que fizer estas coisas por elas viverá. 13 Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-Se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; 14 para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito.
Gl 3:11-14 — E é evidente que, pela Lei, ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. 12 Ora, a Lei não é da fé, mas o homem que fizer estas coisas por elas viverá. 13 Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-Se maldição por nós, porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; 14 para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito.
A Lei de Deus já existia antes de o homem ser criado. Era adaptada à condição de seres santos; até mesmo os anjos eram governados por ela. Após a queda, os princípios de justiça permaneceram inalterados. Nada foi tirado da Lei; nem um só dos santos preceitos poderia ser melhorado. E como existe desde o início, ela continuará a existir por todas as eras infinitas da eternidade. [...]
Essa Lei, que governa anjos, que exige pureza nos pensamentos, desejos e disposições mais íntimos, e que “permanecerá para sempre” (Salmo 111:8), julgará a todos no dia de Deus, que se aproxima rapidamente. — Mensagens escolhidas, vol. 1, p. 220.
Cristo e o Pai, em pé, lado a lado sobre o monte, proclamaram os Dez Mandamentos com solene majestade. — Evangelismo, p. 616.
Se a Lei de Deus pudesse ser alterada ou revogada, então Cristo não precisaria ter sofrido as consequências de nossa transgressão. Ele veio para explicar a relação entre a Lei e o homem, e comprovar os preceitos dela pela própria vida de obediência. — O Desejado de Todas as Nações, pp. 307 e 308.
Essa Lei, que governa anjos, que exige pureza nos pensamentos, desejos e disposições mais íntimos, e que “permanecerá para sempre” (Salmo 111:8), julgará a todos no dia de Deus, que se aproxima rapidamente. — Mensagens escolhidas, vol. 1, p. 220.
Cristo e o Pai, em pé, lado a lado sobre o monte, proclamaram os Dez Mandamentos com solene majestade. — Evangelismo, p. 616.
Se a Lei de Deus pudesse ser alterada ou revogada, então Cristo não precisaria ter sofrido as consequências de nossa transgressão. Ele veio para explicar a relação entre a Lei e o homem, e comprovar os preceitos dela pela própria vida de obediência. — O Desejado de Todas as Nações, pp. 307 e 308.
2B) Explique o contraste na lei cerimonial que apontava para o Cordeiro sacrifical de Deus. Hebreus 9:27 e 28 (primeira parte); Hebreus 10:1, 4-10.
Hb 9:27 e 28 [p. p.] — E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo, 28 assim também Cristo, oferecendo-Se uma vez, para tirar os pecados de muitos [...].
Hb 10:1, 4-10 — Porque, tendo a Lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. [...] 4 porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire pecados. 5 Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo Me preparaste; 6 holocaustos e oblações pelo pecado não Te agradaram. 7 Então, disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de Mim), para fazer, ó Deus, a Tua vontade. 8 Como acima diz: Sacrifício, e oferta, e holocaustos, e oblações pelo pecado não quiseste, nem Te agradaram (os quais se oferecem segundo a Lei). 9 Então, disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a Tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. 10 Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.
Hb 10:1, 4-10 — Porque, tendo a Lei a sombra dos bens futuros e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam. [...] 4 porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire pecados. 5 Pelo que, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo Me preparaste; 6 holocaustos e oblações pelo pecado não Te agradaram. 7 Então, disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de Mim), para fazer, ó Deus, a Tua vontade. 8 Como acima diz: Sacrifício, e oferta, e holocaustos, e oblações pelo pecado não quiseste, nem Te agradaram (os quais se oferecem segundo a Lei). 9 Então, disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a Tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. 10 Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.
Assim que surgiu a promessa de um Salvador, estabeleceram-se as ofertas de sacrifícios que apontavam para a morte de Cristo como sendo a grande oferta pelo pecado. Mas se a Lei de Deus nunca tivesse sido quebrada, não teria havido morte nem qualquer necessidade de um Salvador; logo, não haveria necessidade de sacrifícios. — Patriarcas e profetas, p. 363.
Existem muitos que tentam mesclar esses dois sistemas, usando os textos que falam da lei cerimonial para provar que a Lei moral é que foi abolida; mas isso é uma perversão das Escrituras. A diferença entre os dois sistemas é ampla e clara. O sistema cerimonial compunha-se de símbolos que apontavam a Cristo, ao Seu sacrifício e sacerdócio. Essa lei ritual, composta de sacrifícios e ordenanças, devia ser cumprida pelos hebreus até que o símbolo encontrasse a realidade na morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Dali em diante, todas as ofertas de sacrifício deveriam cessar. — Ibidem, p. 365.
Existem muitos que tentam mesclar esses dois sistemas, usando os textos que falam da lei cerimonial para provar que a Lei moral é que foi abolida; mas isso é uma perversão das Escrituras. A diferença entre os dois sistemas é ampla e clara. O sistema cerimonial compunha-se de símbolos que apontavam a Cristo, ao Seu sacrifício e sacerdócio. Essa lei ritual, composta de sacrifícios e ordenanças, devia ser cumprida pelos hebreus até que o símbolo encontrasse a realidade na morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Dali em diante, todas as ofertas de sacrifício deveriam cessar. — Ibidem, p. 365.
Terça-feira, 9 de novembro - 3. GRAÇA
3A) Quando o concerto da graça se tornou necessário pela primeira vez, sendo imediatamente providenciado, apontando à vinda do Salvador? Gênesis 3:9-11, 14, 15 e 21.
Gn 3:9-11, 14, 15 e 21 — E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? 10 E ele disse: Ouvi a Tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me. 11 E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses? [...] 14 Então, o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isso, maldita serás mais que toda besta e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás e pó comerás todos os dias da tua vida. 15 E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua semente; Esta te ferirá a cabeça, e tu Lhe ferirás o calcanhar. [...] 21 E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu.
Assim que houve pecado, houve um Salvador. — O Desejado de Todas as Nações, p. 210.
O concerto da graça foi estabelecido pela primeira vez com o homem no Éden, quando, após a queda, foi dada a promessa divina de que a Semente da mulher feriria a cabeça da serpente. Esse concerto oferecia o perdão e a assistência da graça de Deus a todos os homens, para futura obediência por meio da fé em Cristo. Além disso, prometia a eles vida eterna sob condição de fidelidade à Lei de Deus. Assim, os patriarcas receberam a esperança da salvação. — Patriarcas e profetas, p. 370.
O concerto da graça foi estabelecido pela primeira vez com o homem no Éden, quando, após a queda, foi dada a promessa divina de que a Semente da mulher feriria a cabeça da serpente. Esse concerto oferecia o perdão e a assistência da graça de Deus a todos os homens, para futura obediência por meio da fé em Cristo. Além disso, prometia a eles vida eterna sob condição de fidelidade à Lei de Deus. Assim, os patriarcas receberam a esperança da salvação. — Patriarcas e profetas, p. 370.
3B) Como esse concerto foi renovado com Abraão, e quando foi confirmado? Gênesis 22:18; Gálatas 3:14-18.
Gn 22:18 — E em tua semente serão benditas todas as nações da Terra, porquanto obedeceste à minha voz.
Gl 3:14-18 — Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito. 15 Irmãos, como homem falo. Se o testamento de um homem for confirmado, ninguém o anula nem lhe acrescenta alguma coisa. 16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua posteridade. Não diz: E às posteridades, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua posteridade, que é Cristo. 17 Mas digo isto: que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a Lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa. 18 Porque, se a herança provém da Lei, já não provém da promessa; mas Deus, pela promessa, a deu gratuitamente a Abraão.
Gl 3:14-18 — Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo e para que, pela fé, nós recebamos a promessa do Espírito. 15 Irmãos, como homem falo. Se o testamento de um homem for confirmado, ninguém o anula nem lhe acrescenta alguma coisa. 16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua posteridade. Não diz: E às posteridades, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua posteridade, que é Cristo. 17 Mas digo isto: que tendo sido o testamento anteriormente confirmado por Deus, a Lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o invalida, de forma a abolir a promessa. 18 Porque, se a herança provém da Lei, já não provém da promessa; mas Deus, pela promessa, a deu gratuitamente a Abraão.
[Abraão] confiou em Cristo para o perdão dos pecados. Essa fé é que lhe foi atribuída como justiça. A aliança com Abraão também manteve a autoridade da Lei de Deus. O Senhor apareceu a Seu servo e disse: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em Minha presença e sê perfeito” (Gênesis 17:1). O testemunho de Deus a respeito do servo fiel foi: “Porquanto Abraão obedeceu à Minha voz e guardou o Meu mandado, os Meus preceitos, os Meus estatutos e as Minhas leis” (Gênesis 26:5). E o Senhor declarou a ele: “E estabelecerei o Meu concerto entre Mim e ti, e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti” (Gênesis 17:7).
Embora esse concerto tenha sido estabelecido com Adão e renovado com Abraão, somente a morte de Cristo poderia confirmá-lo. Pela promessa de Deus, esse pacto já existia desde o surgimento do primeiro sinal de redenção; tinha sido aceito pela fé; no entanto, quando Cristo o confirma, passa a ser chamado de novo concerto. A Lei de Deus era a base dessa aliança, que era simplesmente um procedimento para rearmonizar os homens com a vontade divina, colocando-os onde pudessem obedecer à Lei de Deus. — Ibidem, pp. 370 e 371.
Embora esse concerto tenha sido estabelecido com Adão e renovado com Abraão, somente a morte de Cristo poderia confirmá-lo. Pela promessa de Deus, esse pacto já existia desde o surgimento do primeiro sinal de redenção; tinha sido aceito pela fé; no entanto, quando Cristo o confirma, passa a ser chamado de novo concerto. A Lei de Deus era a base dessa aliança, que era simplesmente um procedimento para rearmonizar os homens com a vontade divina, colocando-os onde pudessem obedecer à Lei de Deus. — Ibidem, pp. 370 e 371.
Quarta-feira, 10 de novembro - 4. OS DOIS CONCERTOS
4A) Em que consistia o “velho” concerto, quem o quebrou, e por que não era algo confiável? Êxodo 24:6-8; Êxodo 32:1 e 31.
Ex 24:6-8 — E Moisés tomou a metade do sangue e a pôs em bacias; e a outra metade do sangue espargiu sobre o altar. 7 E tomou o livro do concerto e o leu aos ouvidos do povo, e eles disseram: Tudo o que o Senhor tem falado faremos e obedeceremos. 8 Então, tomou Moisés aquele sangue, e o espargiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue do concerto que o Senhor tem feito convosco sobre todas estas palavras.
Ex 32:1 e 31 — Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Arão e disseram-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. [...] 31 Assim, tornou Moisés ao Senhor e disse: Ora, este povo pecou pecado grande, fazendo para si deuses de ouro.
Ex 32:1 e 31 — Mas, vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Arão e disseram-lhe: Levanta-te, faze-nos deuses que vão adiante de nós; porque quanto a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. [...] 31 Assim, tornou Moisés ao Senhor e disse: Ora, este povo pecou pecado grande, fazendo para si deuses de ouro.
Outro pacto — chamado nas Escrituras de “antigo” ou “velho” concerto — foi estabelecido entre Deus e Israel no Sinai, e logo após, ali mesmo, foi confirmado pelo sangue de um sacrifício. [...]
Na escravidão, o povo [de Israel] havia perdido em grande parte o conhecimento de Deus e dos princípios do concerto abraâmico. [...]
Vivendo em meio à idolatria e corrupção, não compreendiam a santidade de Deus, o excessivo pecado do próprio coração, a total incapacidade de obedecerem, por si mesmos, à Lei de Deus, e a necessidade de um Salvador. Precisavam aprender todas essas coisas.
Deus os levou ao Sinai; ali, manifestou Sua glória; deu-lhes Sua Lei com a promessa de grandes bênçãos para quem a obedecesse: “Se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então [...] vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo” (Êxodo 19:5 e 6). As pessoas não percebiam a pecaminosidade do próprio coração, e que, sem Cristo, era impossível guardar a Lei divina; mesmo assim, entraram prontamente em aliança com Deus. Sentindo que eram capazes de estabelecer a própria justiça, declararam: “Tudo o que o Senhor tem falado, faremos e obedeceremos” (Êxodo 24:7). Haviam testemunhado a proclamação da Lei com terrível majestade, e tremeram de terror diante do monte; e, ainda assim, apenas algumas semanas se passaram antes que quebrassem o concerto com Deus e se curvassem em adoração a uma imagem de escultura. Não podiam esperar o favor de Deus através de um concerto que eles mesmos haviam quebrado. — Patriarcas e profetas, pp. 371 e 372.
Na escravidão, o povo [de Israel] havia perdido em grande parte o conhecimento de Deus e dos princípios do concerto abraâmico. [...]
Vivendo em meio à idolatria e corrupção, não compreendiam a santidade de Deus, o excessivo pecado do próprio coração, a total incapacidade de obedecerem, por si mesmos, à Lei de Deus, e a necessidade de um Salvador. Precisavam aprender todas essas coisas.
Deus os levou ao Sinai; ali, manifestou Sua glória; deu-lhes Sua Lei com a promessa de grandes bênçãos para quem a obedecesse: “Se diligentemente ouvirdes a Minha voz e guardardes o Meu concerto, então [...] vós Me sereis reino sacerdotal e povo santo” (Êxodo 19:5 e 6). As pessoas não percebiam a pecaminosidade do próprio coração, e que, sem Cristo, era impossível guardar a Lei divina; mesmo assim, entraram prontamente em aliança com Deus. Sentindo que eram capazes de estabelecer a própria justiça, declararam: “Tudo o que o Senhor tem falado, faremos e obedeceremos” (Êxodo 24:7). Haviam testemunhado a proclamação da Lei com terrível majestade, e tremeram de terror diante do monte; e, ainda assim, apenas algumas semanas se passaram antes que quebrassem o concerto com Deus e se curvassem em adoração a uma imagem de escultura. Não podiam esperar o favor de Deus através de um concerto que eles mesmos haviam quebrado. — Patriarcas e profetas, pp. 371 e 372.
4B) Como o Senhor renovou misericordiosamente o concerto original dado a Abraão, chamando-o de “nova” aliança? Jeremias 31:33 e 34; Salmo 40:8.
Jr 31:33 e 34 — Mas este é o concerto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: porei a Minha Lei no seu interior e a escreverei no seu coração; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo. 34 E não ensinará alguém mais a seu próximo, nem alguém, a seu irmão, dizendo: Conhecei ao Senhor; porque todos Me conhecerão, desde o menor deles até ao maior, diz o Senhor; porque perdoarei a sua maldade e nunca mais Me lembrarei dos seus pecados.
Sl 40:8 — Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua Lei está dentro do meu coração.
Sl 40:8 — Deleito-me em fazer a Tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua Lei está dentro do meu coração.
A mesma Lei que estava gravada em tábuas de pedra foi escrita pelo Espírito Santo nas tábuas do coração. Em vez de estabelecer nossa própria justiça, aceitamos a justiça de Cristo. Seu sangue expia nossos pecados. A obediência que Ele cumpriu é aceita por nós. Então, o coração renovado pelo Espírito Santo produzirá “os frutos do Espírito.” Pela graça de Cristo, viveremos em obediência à Lei de Deus escrita em nosso coração. Tendo o Espírito de Cristo, andaremos assim como Ele andou. — Ibidem, p. 372.
Quinta-feira 11 de novembro - 5. CRISTO BRILHA DO INTERIOR
5A) Como o Novo Testamento descreve o mesmo concerto de graça para nós, hoje? Hebreus 8:10-13; Tiago 2:18-23.
Hb 8:10-13 — Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as Minhas leis no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e Eu lhes serei por Deus, e eles Me serão por povo. 11 E não ensinará cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; porque todos Me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. 12 Porque serei misericordioso para com as suas iniquidades e de seus pecados e de suas prevaricações não Me lembrarei mais. 13 Dizendo novo concerto, envelheceu o primeiro. Ora, o que foi tornado velho e se envelhece perto está de acabar.
Tg 2:18-23 — Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 19 Tu crês que há um só Deus? Fazes bem; também os demônios o creem e estremecem. 20 Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? 21 Porventura Abraão, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? 22 Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada, 23 e cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.
Tg 2:18-23 — Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. 19 Tu crês que há um só Deus? Fazes bem; também os demônios o creem e estremecem. 20 Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta? 21 Porventura Abraão, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho Isaque? 22 Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada, 23 e cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.
Abraão creu em Deus. Como sabemos que ele creu de fato? Suas obras confirmaram a espécie de fé que tinha, e essa fé lhe foi atribuída como justiça.
Precisamos, hoje, da fé desse patriarca, para iluminar a escuridão que se acumula ao nosso redor, bloqueando a doce luz do sol do amor de Deus e diminuindo o crescimento espiritual. Nossa fé deve ser frutífera de boas obras; pois a fé sem obras é morta. Cada dever cumprido, cada sacrifício feito em nome de Jesus, traz uma grande recompensa. No próprio ato do dever, Deus fala e concede Sua bênção. — Refletindo a Cristo, p. 79.
O poder transformador da graça de Cristo molda aquele que se entrega ao serviço de Deus. Imbuído do Espírito do Redentor, ele está pronto a negar a si mesmo, pronto para tomar a cruz, pronto para fazer qualquer sacrifício pelo Mestre. Não pode mais ser indiferente às almas que perecem ao redor. É elevado acima do egoísmo. Foi recriado em Cristo, e não há mais lugar na vida para o egoísmo. [...]
Você aprecia profundamente o sacrifício feito no Calvário a ponto de estar disposto a submeter todos os outros interesses à obra de salvar almas? A mesma intensidade de desejo para salvar pecadores, que marcou a vida do Salvador, também marca a vida do verdadeiro seguidor do Mestre. O cristão não deseja viver para si mesmo. Ele tem o prazer de consagrar tudo o que tem e é ao serviço do Mestre. É movido por um desejo inexprimível de ganhar almas para Cristo. Aqueles que nada têm desse desejo devem se preocupar mais com a própria salvação e orar pelo espírito de serviço. — Testemunhos para a igreja, vol. 7, pp. 9 e 10.
Precisamos, hoje, da fé desse patriarca, para iluminar a escuridão que se acumula ao nosso redor, bloqueando a doce luz do sol do amor de Deus e diminuindo o crescimento espiritual. Nossa fé deve ser frutífera de boas obras; pois a fé sem obras é morta. Cada dever cumprido, cada sacrifício feito em nome de Jesus, traz uma grande recompensa. No próprio ato do dever, Deus fala e concede Sua bênção. — Refletindo a Cristo, p. 79.
O poder transformador da graça de Cristo molda aquele que se entrega ao serviço de Deus. Imbuído do Espírito do Redentor, ele está pronto a negar a si mesmo, pronto para tomar a cruz, pronto para fazer qualquer sacrifício pelo Mestre. Não pode mais ser indiferente às almas que perecem ao redor. É elevado acima do egoísmo. Foi recriado em Cristo, e não há mais lugar na vida para o egoísmo. [...]
Você aprecia profundamente o sacrifício feito no Calvário a ponto de estar disposto a submeter todos os outros interesses à obra de salvar almas? A mesma intensidade de desejo para salvar pecadores, que marcou a vida do Salvador, também marca a vida do verdadeiro seguidor do Mestre. O cristão não deseja viver para si mesmo. Ele tem o prazer de consagrar tudo o que tem e é ao serviço do Mestre. É movido por um desejo inexprimível de ganhar almas para Cristo. Aqueles que nada têm desse desejo devem se preocupar mais com a própria salvação e orar pelo espírito de serviço. — Testemunhos para a igreja, vol. 7, pp. 9 e 10.
Sexta-feira, 12 de novembro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. Onde Cristo estava na era do Antigo Testamento?
2. Qual é a diferença entre a Lei moral e a cerimonial?
3. Há quanto tempo existe o novo concerto, e por que é chamado de “novo”?
4. Por que meios somos capacitados para guardar a Lei moral de um Deus santo?
5. O que você explicaria a alguém que o acusasse de estar “debaixo da Lei”?
2. Qual é a diferença entre a Lei moral e a cerimonial?
3. Há quanto tempo existe o novo concerto, e por que é chamado de “novo”?
4. Por que meios somos capacitados para guardar a Lei moral de um Deus santo?
5. O que você explicaria a alguém que o acusasse de estar “debaixo da Lei”?