LIÇÃO 12
Abandonado por amigos e inimigos
4º trimestre de 2020
Sábado, 19 de Dezembro de 2020
Então, deixando-O, todos fugiram (Marcos 14:50).
[O Filho de Deus] foi afligido. Ele era desprezado e rejeitado; um homem de dores, familiarizado com o sofrimento. A Majestade do Céu teve de deixar o cenário de Seus labores repetidas vezes por causa dos ferimentos de Satanás em Seu calcanhar; e, finalmente, a maldade satânica alcançou o clímax quando o diabo inspirou e controlou a mente de homens perversos a fim de crucificá-lO. — Cristo triunfante, p. 248.
Estudo adicional: O Desejado de Todas as Nações, pp. 698-715.
Domingo, 13 de dezembro - 1. TRAÍDO POR UM AMIGO
1A) Como Judas traiu Jesus? Marcos 14:10, 11, 43-46.
Mc 14:10, 11, 43-46 — E Judas Iscariotes, um dos doze, foi ter com os principais dos sacerdotes para Lho entregar. 11 E eles, ouvindo-o, alegraram-se e prometeram dar-lhe dinheiro; e buscava como O entregaria em ocasião oportuna. [...] 43 E logo, falando ele ainda, veio Judas, que era um dos doze, da parte dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e dos anciãos, e, com ele, uma grande multidão com espadas e porretes. 44 Ora, o que O traía tinha lhes dado um sinal, dizendo: Aquele que eu beijar, esse é; prendei-O e levai-O com segurança. 45 E, logo que chegou, aproximou-se dEle e disse-Lhe: Rabi, Rabi. E beijou-o. 46 E lançaram-Lhe as mãos e o prenderam.
O caso de Judas me foi apresentado como uma lição para todos. O discípulo estivera com Cristo por todo o período do ministério público do Salvador. Tinha tudo o que Cristo podia lhe dar. Se tivesse usado suas habilidades com fervorosa diligência, poderia ter acumulado talentos. Se procurasse ser uma bênção em vez de questionar, criticar e ser egoísta, o Senhor o teria usado no avanço de Seu reino. Mas Judas era um especulador. Ele se imaginava capaz de administrar as finanças da igreja e obter ganhos por sua perspicácia nos negócios. Estava com o coração dividido. Amava os louvores do mundo. Recusava-se a desistir do mundo por Cristo. Nunca dedicou seus interesses eternos a Jesus. Tinha uma religião superficial, e por isso mesmo especulou a respeito de seu Mestre e O entregou aos sacerdotes, estando plenamente convencido de que Cristo não Se deixaria levar. — The SDA Bible Commentary [E. G. White Comments], vol. 5, pp. 1101 e 1102.
1B) Como isso foi profetizado? Salmos 41:9.
Sl 41:9 — Até o Meu próprio amigo íntimo, em quem Eu tanto confiava, que comia do Meu pão, levantou contra Mim o seu calcanhar.
Segunda-feira, 14 de dezembro - 2. ABANDONADO POR UM AMIGO ÍNTIMO
2A) Quando Jesus disse aos discípulos que todos se escandalizariam nEle, o que Pedro afirmou? Que visão adicional Jesus deu? Marcos 14:27-31.
Mc 14:27-31 — E disse-lhes Jesus: Todos vós esta noite vos escandalizareis em Mim, porque escrito está: Ferirei o Pastor, e as ovelhas se dispersarão. 28 Mas, depois que Eu houver ressuscitado, irei adiante de vós para a Galileia. 29 E disse-lhe Pedro: Ainda que todos se escandalizem, nunca, porém, eu. 30 E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje, nesta noite, antes que o galo cante duas vezes, três vezes Me negarás. 31 Mas ele disse com mais veemência: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo nenhum Te negarei. E da mesma maneira diziam todos também.
2B) Como as palavras de Jesus se cumpriram? Marcos 14:66-72.
Mc 14:66-72 — E, estando Pedro embaixo, no átrio, chegou uma das criadas do sumo sacerdote; 67 e, vendo a Pedro, que estava se aquentando, olhou para ele e disse: Tu também estavas com Jesus, o Nazareno. 68 Mas ele negou-o, dizendo: Não o conheço, nem sei o que dizes. E saiu fora ao alpendre, e o galo cantou. 69 E a criada, vendo-o outra vez, começou a dizer aos que ali estavam: Este é um dos tais. 70 Mas ele o negou outra vez. E, pouco depois, os que ali estavam disseram outra vez a Pedro: Verdadeiramente, tu és um deles, porque és também galileu. 71 E ele começou a imprecar e a jurar: Não conheço esse homem de quem falais. 72 E o galo cantou segunda vez. E Pedro lembrou-se da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que o galo cante duas vezes, três vezes me negarás tu. E, retirando-se dali, chorou.
Pedro seguiu seu Senhor após Sua traição. Ele estava ansioso para ver o que aconteceria com Jesus. Mas quando foi acusado de ser um dos Seus discípulos, o medo pela própria segurança o levou a declarar que não conhecia aquele Homem. Os discípulos tornaram-se conhecidos pela pureza da linguagem, e Pedro, para convencer seus acusadores de que não era um dos discípulos de Cristo, negou a acusação pela terceira vez com maldições e juramentos. — Primeiros escritos, p. 169.
Quando o canto do galo lhe trouxe à mente as palavras de Cristo, virou-se e olhou para o Mestre, surpreso e chocado com o que recém havia feito. Naquele momento, Cristo fitou Pedro, e sob aquele semblante triste, em que se misturavam compaixão e amor, Pedro compreendeu a si mesmo. Saiu e chorou amargamente. Aquele olhar de Cristo despedaçou-lhe o coração. Pedro havia chegado a um ponto decisivo, e amargamente arrependeu-se do pecado. [...] O olhar de Cristo garantiu-lhe perdão. — Parábolas de Jesus, pp. 152 e 154.
Quando o canto do galo lhe trouxe à mente as palavras de Cristo, virou-se e olhou para o Mestre, surpreso e chocado com o que recém havia feito. Naquele momento, Cristo fitou Pedro, e sob aquele semblante triste, em que se misturavam compaixão e amor, Pedro compreendeu a si mesmo. Saiu e chorou amargamente. Aquele olhar de Cristo despedaçou-lhe o coração. Pedro havia chegado a um ponto decisivo, e amargamente arrependeu-se do pecado. [...] O olhar de Cristo garantiu-lhe perdão. — Parábolas de Jesus, pp. 152 e 154.
2C) Como os escritores do Antigo Testamento expressaram esse sentimento de abandono? Salmos 88:8 (primeira parte); Salmos 69:8; Jó 19:13 e 14. Por que Jesus permitiu isso?
Sl 88:8 [p. p.] — Alongaste de Mim os Meus conhecidos e fizeste-Me em extremo abominável para eles [...].
Sl 69:8 — Tenho-Me tornado como um Estranho para com os Meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos de Minha mãe.
Jó 19:13 e 14 — Pôs longe de Mim a Meus irmãos, e os que Me conhecem deveras Me estranharam. 14 Os Meus parentes me deixaram, e os Meus conhecidos se esqueceram de Mim.
Sl 69:8 — Tenho-Me tornado como um Estranho para com os Meus irmãos, e um desconhecido para com os filhos de Minha mãe.
Jó 19:13 e 14 — Pôs longe de Mim a Meus irmãos, e os que Me conhecem deveras Me estranharam. 14 Os Meus parentes me deixaram, e os Meus conhecidos se esqueceram de Mim.
Foi para salvar os pecadores que Cristo abandonou Seu lar no Céu e veio à Terra para sofrer e morrer. Para isso Ele trabalhou, angustiou-se e orou até que, quebrantado e abandonado por aqueles a quem veio salvar, verteu a vida no Calvário. — Santificação, p. 82.
Nada, a não ser um amor eterno e redentor, que permanecerá para sempre um mistério, poderia ter levado Cristo a abandonar Sua honra e majestade celestiais para vir a um mundo pecador ser negligenciado, desprezado e rejeitado por aqueles a quem veio salvar, e finalmente padecer na cruz. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, p. 207.
Nada, a não ser um amor eterno e redentor, que permanecerá para sempre um mistério, poderia ter levado Cristo a abandonar Sua honra e majestade celestiais para vir a um mundo pecador ser negligenciado, desprezado e rejeitado por aqueles a quem veio salvar, e finalmente padecer na cruz. — Testemunhos para a igreja, vol. 2, p. 207.
Terça-feira 15 de dezembro - 3. DESPREZADO E REJEITADO PELOS HOMENS
3A) O que aconteceu com as testemunhas trazidas pelos principais sacerdotes para depor contra Cristo no julgamento? Marcos 14:55-59.
Mc 14:55-59 — E os principais dos sacerdotes e todo o concílio buscavam algum testemunho contra Jesus, para O matar, e não O achavam. 56 Porque muitos testificavam falsamente contra Ele, mas os testemunhos não eram coerentes. 57 E, levantando-se alguns, testificavam falsamente contra Ele, dizendo: 58 Nós ouvimos-Lhe dizer: Eu derribarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens. 59 E nem assim o testemunho deles era coerente.
Falsas testemunhas foram subornadas para acusar Jesus de incitar rebelião e procurar estabelecer um governo separado. Mas o testemunho delas revelou-se vago e contraditório. Ao serem examinadas, falsearam o próprio depoimento. [...]
As palavras de Cristo foram distorcidas. Tivessem sido relatadas exatamente como Ele as proferiu, não teriam garantido Sua condenação nem mesmo pelo Sinédrio. — O Desejado de Todas as Nações, pp. 705 e 706.
As palavras de Cristo foram distorcidas. Tivessem sido relatadas exatamente como Ele as proferiu, não teriam garantido Sua condenação nem mesmo pelo Sinédrio. — O Desejado de Todas as Nações, pp. 705 e 706.
3B) Quando questionado se era ou não o Cristo, o Filho de Deus, qual foi a resposta de Jesus? Como o sumo sacerdote entendeu aquelas palavras? Marcos 14:61-64.
Mc 14:61-64 — Mas Ele calou-Se e nada respondeu. O sumo sacerdote Lhe tornou a perguntar e disse-Lhe: És tu o Cristo, Filho do Deus Bendito? 62 E Jesus disse-lhe: Eu o sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu. 63 E o sumo sacerdote, rasgando as suas vestes, disse: Para que necessitamos de mais testemunhas? 64 Vós ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos O consideraram culpado de morte.
Convicção misturada com paixão levou Caifás a fazer o que fez. Estava furioso consigo mesmo por ter crido nas palavras de Cristo, e em vez de dilacerar o próprio coração sob um profundo senso da verdade e confessar ali mesmo que Jesus era o Messias, rasgou as vestes sacerdotais em determinada resistência. Esse ato carregava um profundo significado. Caifás mal percebeu o que tinha feito. Com essa atitude, tomada para influenciar os juízes e garantir a condenação de Cristo, o sumo sacerdote condenou-se a si mesmo. Pela lei de Deus, estava desqualificado para o sacerdócio. Havia pronunciado a própria sentença de morte. — Ibidem, p. 708.
3C) Como a profecia de Isaías cumpriu-se no julgamento de Jesus? Isaías 53:3 e 7.
Is 53:3 e 7 — Era desprezado e o mais indigno entre os homens, Homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como Um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dEle caso algum. [...] 7 Ele foi oprimido, mas não abriu a boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, Ele não abriu a boca.
Contemplem Aquele que com uma só palavra poderia invocar legiões de anjos em Seu auxílio, sujeito à zombaria, à galhofa humilhante e ao ódio. Ele Se entrega como sacrifício pelo pecado. Quando insultado, não revida; quando falsamente acusado, não abre a boca. Ele ora na cruz pelos assassinos. Está a morrer por eles; está pagando um infinito preço pela vida de cada um. Suporta a penalidade dos pecados humanos sem nenhum murmúrio. E essa vítima sem queixas é o Filho de Deus. — Exaltai-O, p. 233.
Quarta-feira 16 de dezembro - 4. ABANDONADO POR ALGUÉM QUE QUERIA AGRADAR O POVO
4A) Qual foi a atitude de Pilatos diante do silêncio de Jesus? Marcos 15:2-5.
Mc 15:2-5 — E Pilatos Lhe perguntou: Tu és o Rei dos judeus? E Ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. 3 E os principais dos sacerdotes O acusavam de muitas coisas, porém Ele nada respondia. 4 E Pilatos O interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra Ti. 5 Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.
[Pilatos] não acreditava que o Prisioneiro tivesse conspirado contra o governo. Sua aparência mansa e humilde estava em total desacordo com a acusação. Pilatos se convenceu de que uma profunda conspiração havia sido montada para matar um homem inocente que se colocara no caminho dos dirigentes judeus. Voltando-se para Jesus, perguntou: “És tu o Rei dos Judeus?” O Salvador respondeu: “Tu o dizes”. E enquanto falava, Seu semblante se iluminou como se um raio de sol brilhasse sobre ele. — O Desejado de Todas as Nações, p. 726.
4B) Como Pilatos tentou salvar a Cristo? Marcos 15:6-11.
Mc 15:6-11 — Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. 7 E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte. 8 E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito. 9 E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos judeus? 10 Porque ele bem sabia que, por inveja, os principais dos sacerdotes O tinham entregado. 11 Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.
Pilatos [...] agora apostou num costume que poderia ajudar a garantir a libertação de Cristo. Era hábito, por ocasião dessa festa, libertar um prisioneiro que o povo pudesse escolher. Esse costume era uma invenção pagã; não havia sombra alguma de justiça nisso, mas era muito apreciado pelos judeus. As autoridades romanas, nessa época, mantinham um prisioneiro chamado Barrabás, que estava sob pena de morte. [...] Sob o entusiasmo religioso havia um vilão endurecido e desenfreado, propenso à rebeldia e à crueldade. Ao dar ao povo a chance de escolher entre esse homem e o inocente Salvador, Pilatos achou que despertaria neles um senso de justiça. Esperava conquistar a simpatia deles para com Jesus contra o ódio dos sacerdotes e príncipes. — O Desejado de Todas as Nações, p. 733.
4C) Embora Pilatos estivesse convencido de que Cristo era inocente, o que ele fez? Por quê? Marcos 15:12-15; Mateus 27:24.
Mc 15:12-15 — E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça dAquele a quem chamais Rei dos judeus? 13 E eles tornaram a clamar: Crucifica-O. 14 Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-O. 15 Então, Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhes Barrabás, e, açoitado Jesus, O entregou para que fosse crucificado.
Mt 27:24 — Então, Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste Justo; considerai isso.
Mt 27:24 — Então, Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste Justo; considerai isso.
Pilatos ansiava libertar Jesus. Mas viu que não podia fazer isso e ainda manter a própria posição e honra. Ao invés de perder o cargo e influência terrenos, decidiu sacrificar uma vida inocente. Quantos, para escapar da perda ou do sofrimento, sacrificam, do mesmo modo, o princípio! A consciência e o dever apontam um caminho, e o interesse egoísta indica outro. — Vidas que falam, p. 324.
Quinta-feira 17 de dezembro - 5. DEUS NUNCA NOS ABANDONA
5A) Como a humanidade de Jesus se manifestou em Seus momentos finais? Marcos 15:34. Como Cristo foi capaz de vencer esse sentimento de abandono?
Mc 15:34 — E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lemá sabactâni? Isso, traduzido, é: Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?
Em meio à terrível escuridão, aparentemente abandonado por Deus, Cristo havia bebido até a borra do cálice da desgraça humana. Naquelas horas terríveis, confiava na evidência da aceitação do Pai, que até ali vinha recebendo. Conhecia o caráter do Pai; compreendia-Lhe a justiça, a misericórdia e o grande amor. Pela fé, descansou nAquele a quem sempre fora Sua alegria obedecer. E à medida que Se entregava a Deus em submissão, o sentimento da perda do favor do Pai se desvanecia. Pela fé, Cristo saiu vitorioso. — O Desejado de Todas as Nações, p. 756.
5B) Embora possamos ser abandonados pelos que nos são mais íntimos e queridos, o que Deus nos promete? Salmos 27:10; Hebreus 13:5 (última parte); Isaías 49:16.
Sl 27:10 — Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me recolherá.
Hb 13:5 [ú. p.] — [...] porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.
Is 49:16 — Eis que na palma das Minhas mãos te tenho gravado; os teus muros estão continuamente perante Mim.
Hb 13:5 [ú. p.] — [...] porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.
Is 49:16 — Eis que na palma das Minhas mãos te tenho gravado; os teus muros estão continuamente perante Mim.
Confiem no Senhor Jesus para guiá-los passo a passo no caminho certo. Vocês podem ter certeza e força a cada passo que derem, pois terão a garantia de que sua mão está presa à mão dEle. “Correrão e não se cansarão”; “caminharão e não se fatigarão”, pois poderão compreender pela fé que a sua mão está presa à mão de Cristo. Vocês não naufragarão em desânimo, pois ao seguirem em frente e conhecerem ao Senhor, confiando nEle, terão a certeza de que Aquele que nunca abandona os que nEle confiam plenamente, é o seu constante Ajudador. — Olhando para o alto, p. 320.
Sexta-feira, 18 de dezembro - PARA VOCÊ REFLETIR
1. Quais características de Judas se tornaram sua ruína?
2. Por que Pedro foi levado a negar Cristo?
3. Por que as palavras de Cristo foram mal interpretadas por falsas testemunhas?
4. Por que Pilatos permitiu que um homem inocente morresse? Como podemos correr o risco de agir assim?
5. Como Jesus encontrou a paz enquanto Se sentia abandonado por Deus?
2. Por que Pedro foi levado a negar Cristo?
3. Por que as palavras de Cristo foram mal interpretadas por falsas testemunhas?
4. Por que Pilatos permitiu que um homem inocente morresse? Como podemos correr o risco de agir assim?
5. Como Jesus encontrou a paz enquanto Se sentia abandonado por Deus?